{"id":962,"date":"2013-12-08T22:30:04","date_gmt":"2013-12-08T22:30:04","guid":{"rendered":"http:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/?p=962"},"modified":"2013-12-08T22:30:04","modified_gmt":"2013-12-08T22:30:04","slug":"cerca-de-28-milhoes-de-pessoas-vivem-com-dependente-quimico-diz-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/?p=962","title":{"rendered":"Cerca de 28 milh\u00f5es de pessoas vivem com dependente qu\u00edmico, diz pesquisa"},"content":{"rendered":"<p>O tempo m\u00e9dio para buscar ajuda ap\u00f3s o conhecimento do uso de \u00e1lcool e\/ou outras drogas \u00e9 tr\u00eas anos<\/p>\n<p>Fonte |\u00a0Camila Maciel\u00a0Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n<p>Pelo menos 28 milh\u00f5es de pessoas vivem no Brasil com um dependente qu\u00edmico, mostra o Levantamento Nacional de Fam\u00edlias de Dependentes Qu\u00edmicos, divulgado hoje (3) pela Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp). A pesquisa in\u00e9dita mostra o impacto que a conviv\u00eancia com um parente usu\u00e1rio de drogas provoca na experi\u00eancia cotidiana das fam\u00edlias.<\/p>\n<p>Entre os parentes entrevistados,\u00a0<a href=\"http:\/\/noticias.uol.com.br\/saude\/ultimas-noticias\/redacao\/2013\/12\/03\/mulheres-sao-as-mais-afetadas-por-usuarios-de-droga-na-familia.htm\"><strong>as mulheres s\u00e3o a grande maioria (80%), sendo que 46% delas s\u00e3o as m\u00e3es dos dependentes qu\u00edmicos<\/strong><\/a>. Mais da metade delas (66%) s\u00e3o respons\u00e1veis pelo tratamento. Essas m\u00e3es tamb\u00e9m s\u00e3o consideradas chefes da fam\u00edlia, fazendo com que, al\u00e9m da sobrecarga de cuidar do filho usu\u00e1rio de drogas, cuidem dos outros membros da casa.<\/p>\n<h3>MULHERES S\u00c3O AS MAIS AFETADAS PELO DEPENDENTE<\/h3>\n<p>O estudo aponta que quem mais sofre com o impacto negativo causado pela depend\u00eancia de \u00e1lcool ou subst\u00e2ncias il\u00edcitas s\u00e3o as mulheres, que representam 80% dos entrevistados e s\u00e3o, portanto, as respons\u00e1veis pelo tratamento dos usu\u00e1rios. As cuidadoras t\u00eam entre 35 e 64 anos.<\/p>\n<p>Entre os parentes, as m\u00e3es, que representam 46% dos entrevistados, apresentam mais sintomas f\u00edsicos e psicol\u00f3gicos na compara\u00e7\u00e3o com outros parentes.<br \/>\nO levantamento revela ainda que mais da metade (57,6%) das fam\u00edlias t\u00eam outro parente usu\u00e1rio de drogas. Os entrevistados, no entanto, avaliam que as m\u00e1s companhias (46,8%) e a autoestima baixa (26,1%) foram os fatores de risco mais relevantes que levaram ao uso.<\/p>\n<p>O tempo m\u00e9dio para a busca de ajuda ap\u00f3s o conhecimento do uso de \u00e1lcool e\/ou outras drogas \u00e9 tr\u00eas anos. Entre os que usam coca\u00edna e crack, o tempo \u00e9 menor, dois anos. E sobe para 7.3 anos, quando considerados apenas os dependentes de \u00e1lcool.<\/p>\n<p>Mais de um ter\u00e7o dos parentes (44%) disse que descobriu o uso dessas subst\u00e2ncias por causa da mudan\u00e7a de comportamento. Apenas 15% relataram que a descoberta ocorreu por ter visto o paciente fazendo uso dessas subst\u00e2ncias fora de casa.<\/p>\n<p>O impacto nas finan\u00e7as \u00e9 bem relevante. O estudo detectou que em 58% dos casos o tratamento foi pago exclusivamente pela fam\u00edlia. Cerca de 45% apontaram que o pagamento do tratamento afetou drasticamente o or\u00e7amento familiar. Para 28,2%, o tratamento influenciou pouco, enquanto 7% disseram ter sofrido muito pouco impacto. Cerca de 19% disseram, por outro lado, que o tratamento n\u00e3o trouxe danos \u00e0s finan\u00e7as da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O tempo m\u00e9dio para buscar ajuda ap\u00f3s o conhecimento do uso de \u00e1lcool e\/ou outras&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":963,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-962","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/962","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=962"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/962\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":964,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/962\/revisions\/964"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/963"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=962"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=962"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=962"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}