{"id":8659,"date":"2025-06-22T20:39:09","date_gmt":"2025-06-22T20:39:09","guid":{"rendered":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/?p=8659"},"modified":"2025-06-22T20:39:12","modified_gmt":"2025-06-22T20:39:12","slug":"funcionario-que-desviou-pagamentos-e-condenado-por-furto-qualificado-em-itapema","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/?p=8659","title":{"rendered":"Funcion\u00e1rio que desviou pagamentos \u00e9 condenado por furto qualificado, em Itapema"},"content":{"rendered":"\n<p>Tribunal reconheceu que abuso de confian\u00e7a afastou tese de apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte TJSC<\/p>\n\n\n\n<p>A 3\u00aa C\u00e2mara Criminal do Tribunal de Justi\u00e7a de Santa Catarina (TJSC) confirmou a condena\u00e7\u00e3o de um funcion\u00e1rio acusado de reter valores pagos por clientes sem repass\u00e1-los \u00e0 empresa. Para o colegiado, a conduta configura furto qualificado por abuso de confian\u00e7a, e n\u00e3o apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita como pretendia a defesa.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o processo, o homem trabalhava como projetista em uma vidra\u00e7aria no munic\u00edpio de Itapema. Usando a credibilidade adquirida no ambiente de trabalho, ele passou a acessar irregularmente informa\u00e7\u00f5es financeiras da empresa, inclusive com senhas de colegas. Assim, passou a cobrar diretamente os clientes, orientando-os a realizar os pagamentos em contas banc\u00e1rias de sua titularidade e tamb\u00e9m da esposa. As cobran\u00e7as eram feitas por e-mail corporativo e, em alguns casos, em dinheiro vivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Os valores recebidos n\u00e3o foram registrados no sistema interno da empresa, e os d\u00e9bitos permaneceram em aberto. A fraude foi descoberta ap\u00f3s relatos de clientes que j\u00e1 haviam quitado os valores e inconsist\u00eancias nos registros internos. Uma auditoria apurou ao menos 12 desvios comprovados entre junho de 2014 e maio de 2016. O valor total identificado nos autos chega a R$ 21.465, mas a empresa estima preju\u00edzo superior a R$ 180 mil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o desembargador relator do recurso, \u201co fato de o acusado ser funcion\u00e1rio da empresa e ter acesso direto aos clientes e ao sistema de senhas para or\u00e7amento permite a manuten\u00e7\u00e3o da qualificadora do abuso de confian\u00e7a, pois facilitou a pr\u00e1tica dos crimes sem despertar suspeitas imediatas\u201d. O desembargador acrescentou que \u201ca posi\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a que o suplicante ocupava na empresa da v\u00edtima impede a condena\u00e7\u00e3o por furto simples, como pretende a defesa\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A tentativa de desclassifica\u00e7\u00e3o para o crime de apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita foi rejeitada. O colegiado entendeu que o r\u00e9u jamais teve posse legal dos valores, j\u00e1 que os recursos n\u00e3o passaram por qualquer controle ou registro da empresa. Com isso, foi mantida a condena\u00e7\u00e3o por furto qualificado conforme o artigo 155, \u00a7 4\u00ba, inciso II, do C\u00f3digo Penal.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tribunal reconheceu que abuso de confian\u00e7a afastou tese de apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita. 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