{"id":3792,"date":"2016-03-08T18:27:42","date_gmt":"2016-03-08T18:27:42","guid":{"rendered":"http:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/?p=3792"},"modified":"2016-03-08T18:27:42","modified_gmt":"2016-03-08T18:27:42","slug":"mandado-de-conducao-coercitiva-contra-lula-absolutamente-legal-e-proporcional-nossos-fundamentos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/?p=3792","title":{"rendered":"Mandado de condu\u00e7\u00e3o coercitiva contra Lula absolutamente legal e proporcional &#8211; Nossos fundamentos"},"content":{"rendered":"<h3>O presente artigo discorre sobre a Condu\u00e7\u00e3o Coercitiva<\/h3>\n<p>Por |\u00a0<a href=\"http:\/\/www.jornaljurid.com.br\/busca\/fonte\/leonardo-sarmento\">Leonardo Sarmento<\/a><\/p>\n<p>Temos lamentado grandemente n\u00e3o \u00e9 de hoje interpreta\u00e7\u00f5es \u201cpolianas\u201d que certos int\u00e9rpretes (alguns de boa estirpe), data v\u00eania, v\u00eam ofertando ao direito, precipuamente quando tratantes de quest\u00f5es pol\u00edticas com repercuss\u00e3o jur\u00eddica ou jur\u00eddicas com repercuss\u00e3o pol\u00edtica, esta \u00faltima a hip\u00f3tese que passamos a analisar, n\u00e3o sem antes darmos alguns contornos iniciais.<\/p>\n<p>Nossa percep\u00e7\u00e3o a despeito das interpreta\u00e7\u00f5es faz-se limpidamente em dois poss\u00edveis sentidos cumulativos ou n\u00e3o: A. Pretender-se dar relevo a fen\u00f4menos de menor envergadura e maior desimport\u00e2ncia quando inseridos em dado contexto, com o fulcro deliberado de seletivamente desviar o foco de determinada quest\u00e3o principal; B. Elevar os interesses pol\u00edticos previamente escolhidos, subjugando o final\u00edstico interesse jur\u00eddico de aplica\u00e7\u00e3o do direito para o alcance de seletivos interesses. Como se percebe a seletividade \u00e9 caracter\u00edstica comum e a pol\u00edtica quase sempre a raz\u00e3o motivadora e determinante de fundo.<\/p>\n<p>O direito precisa ser interpretado sistematicamente e com intelig\u00eancia nos contexto em que se insere. O neoconstitucionalismo nos ensina que devemos preconizar a finalidade dos atos, quando os meios para sua consecu\u00e7\u00e3o devem, sem causar danos, capacitar o seu atingimento. O direito deve ser interpretado e sopesado no contexto em que est\u00e1 inserida a quest\u00e3o de fato e n\u00e3o em todos os momentos aplicado com o simplismo da mera subsun\u00e7\u00e3o quando esta denotar-se ineficaz para o alcance do objetivo l\u00edcito buscado. Magistrados s\u00e3o humanos qualificados meritocraticamente para atuar na interpreta\u00e7\u00e3o dos casos concretos que lhes s\u00e3o apresentados e deles n\u00e3o se deve esperar o racioc\u00ednio mecanizado de um rob\u00f4, mas o entendimento peculiar e quando necess\u00e1rio sofisticado de um int\u00e9rprete pensante.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o da jurisdi\u00e7\u00e3o Constitucional, iniciou-se em meados do s\u00e9culo XX e somou-se a uma nova hermen\u00eautica constitucional, que resultou na maior liberdade de atua\u00e7\u00e3o do Poder Judici\u00e1rio no cumprimento dos direitos. Visto que a nova maneira de se interpretar uniu o direito \u00e0 lei e \u00e0 filosofia conciliando o p\u00f3s-positivismo ao ideal de justi\u00e7a do jusnaturalismo. Relativizou o conceito de princ\u00edpio atribuindo como esp\u00e9cie normativa de car\u00e1ter obrigat\u00f3rio e vinculante que aponta sempre um dever a ser cumprido. A lei \u00e9 necess\u00e1rio que reste interpretada \u00e0 luz da <a href=\"https:\/\/juridmais.com.br\/constituicao-federal-1\" target=\"_blank\">Constitui\u00e7\u00e3o<\/a> para que no caso em contenda seja alcan\u00e7ado a finalidade maior tutelada pela constitui\u00e7\u00e3o. O positivismo estrito e minimalista de dada quest\u00e3o quando coloca sob risco o alcance de um fim constitucional pretendido, coloca em perigo a efetividade do ato, deve ser relativizado, para que o meio que n\u00e3o se revele t\u00e3o mais gravoso n\u00e3o reste limado aprioristicamente, mas ponderado se n\u00e3o ser\u00e1 este o meio mais h\u00e1bil para se alcan\u00e7ar o fim almejado e constitucionalmente protegido.<\/p>\n<p>Assim que, desde um ato investigat\u00f3rio, processual at\u00e9 uma decis\u00e3o final deve o int\u00e9rprete encontrar-se apto a pensar o direito e n\u00e3o automaticamente aplic\u00e1-lo como se em cada caso n\u00e3o pudessem existir peculiaridades capazes de distinguir fatos e poss\u00edveis consequ\u00eancias dos atos. Em v\u00e1rios momentos o caso concreto apresenta distinguishing, que o diferencia e por isso merece uma pondera\u00e7\u00e3o por suas peculiaridades, em outros apresentam-se absolutamente iguais e por seguran\u00e7a jur\u00eddica deve-se seguir precedentes ou muito bem fundamentar a diferen\u00e7a de resultados.<\/p>\n<p>Este intr\u00f3ito entendemos ser necess\u00e1rio para compreendermos quando h\u00e1 de fato uma ilegalidade, quando um ato aparentemente ilegal n\u00e3o est\u00e1 protegido por valores maiores, de envergadura constitucional, e assim de t\u00e3o insipiente acaba para aquele caso concreto referendado pelo direito. Ou mesmo quando n\u00e3o h\u00e1 que se falar de ilegalidade jur\u00eddica, mas de ilegalidades criadas pela pol\u00edtica.<\/p>\n<p><b>M\u00c9RITO ARTICULADO: CONDU\u00c7\u00c3O COERCITIVA DE LULA<\/b><\/p>\n<p>Entremos agora na quest\u00e3o que vem denotando pareceres nitidamente com o ardor que a pol\u00edtica mais irracional e polarizada pode promover. A quest\u00e3o conforme intitulamos nossos arrazoados \u00e9 a da condu\u00e7\u00e3o coercitiva do ex-presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, vulgo Lula.<\/p>\n<p>Na \u00faltima sexta (4), Lula foi alvo da 24\u00aa Opera\u00e7\u00e3o Lava-Jato, que investiga se ele foi beneficiado pelo esquema de corrup\u00e7\u00e3o que atuava na Petrobras.<\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o, a Pol\u00edcia Federal cumpriu mandados de busca e apreens\u00e3o na casa do petista, na sede do Instituto Lula e em um s\u00edtio que o ex-presidente frequenta com a fam\u00edlia em Atibaia (SP). Al\u00e9m disso, ele foi obrigado, por ordem do juiz federal S\u00e9rgio Moro, a ir depor sobre as suspeitas de oculta\u00e7\u00e3o de patrim\u00f4nio.<\/p>\n<p>O<a href=\"https:\/\/juridmais.com.br\/codigo-de-processo-penal--260\" target=\"_blank\"> art. 260<\/a> do C\u00f3digo de Processo Penal diz o seguinte: \u201cSe o acusado n\u00e3o atender a intima\u00e7\u00e3o para o interrogat\u00f3rio (\u2026) a autoridade poder\u00e1 mandar conduzi-lo \u00e0 sua presen\u00e7a\u201d. Assim diz-se:\u201cSe o acusado n\u00e3o atender a intima\u00e7\u00e3o\u201d &#8211; (CPP de 1942).<\/p>\n<p>Voc\u00ea no mandado de condu\u00e7\u00e3o coercitiva n\u00e3o \u00e9 preso, apenas por um lapso curto tem sua liberdade cerceada. Temos na condu\u00e7\u00e3o coercitiva uma medida cautelar de coa\u00e7\u00e3o pessoal \u2013 medida de natureza urgente que recaia sobre a liberdade de locomo\u00e7\u00e3o do acusado para auxiliar nas investiga\u00e7\u00f5es ou instru\u00e7\u00e3o processual. Visa preservar as fontes de prova e n\u00e3o pode superar 24 horas.<\/p>\n<p>O <a href=\"https:\/\/juridmais.com.br\/codigo-de-processo-penal--260\" target=\"_blank\">art. 260<\/a> fala em autoridade, mas qual? PF? MP, Juiz? H\u00e1 precedente isolado do STF que permite que a pol\u00edcia conduza coercitivamente, em HC. Mas a melhor interpreta\u00e7\u00e3o \u00e9 de fato a autoridade judici\u00e1ria, interpretado em conjunto com o <a href=\"https:\/\/juridmais.com.br\/codigo-de-processo-penal--282\" target=\"_blank\">art. 282<\/a>, par\u00e1grafo 2\u00ba do CPP. \u00c9 portanto uma cl\u00e1usula de reserva de jurisdi\u00e7\u00e3o. Assim o mandado de condu\u00e7\u00e3o coercitiva foi autorizado pelo juiz Sergio Moro, portanto em perfeita legalidade neste ponto.<\/p>\n<p>H\u00e1 o direito ainda de n\u00e3o produzir prova contra si mesmo. O <a href=\"https:\/\/juridmais.com.br\/codigo-de-processo-penal--260\" target=\"_blank\">art. 260<\/a> em comento permite a condu\u00e7\u00e3o coercitiva de investigado. O interrogat\u00f3rio d\u00e1 direito ao sil\u00eancio. Quando h\u00e1 a deflagra\u00e7\u00e3o de uma grande opera\u00e7\u00e3o policial como ocorreu com v\u00e1rios mandados de busca e condu\u00e7\u00e3o coercitiva sejam expedidos, para que o investigado em liberdade n\u00e3o destrua as fontes de provas ou as sonegue, e isto \u00e9 absolutamente leg\u00edtimo! N\u00e3o ser\u00e1 obrigado a prestar esclarecimentos, no entanto, sendo lhe dado o direito ao sil\u00eancio.<\/p>\n<p>A verdadeira finalidade do mandado de condu\u00e7\u00e3o coercitiva, portanto pode ter sido evitar que o investigado em liberdade atue no sentido de destruir fontes de prova, j\u00e1 que expedido foram in\u00fameros mandados de busca domiciliar, quando se tem not\u00edcias de que in\u00fameras provas j\u00e1 restaram destru\u00eddas. O direito ao sil\u00eancio que foi devidamente oportunizado ao ex-presidente denota que o fim almejado era de fato impedir a destrui\u00e7\u00e3o de provas.<\/p>\n<p>A pr\u00f3pria Suprema Corte brasileira j\u00e1 reconheceu a regularidade da condu\u00e7\u00e3o coercitiva em investiga\u00e7\u00f5es policiais (HC 107644) e tem entendido que \u00e9 obrigat\u00f3rio o comparecimento de testemunhas e investigados perante Comiss\u00f5es Parlamentares de Inqu\u00e9rito, uma vez garantido o seu direito ao sil\u00eancio (HC 96.981).<\/p>\n<p>Conforme nota do MP trata-se de medida cautelar muito menos gravosa que a pris\u00e3o tempor\u00e1ria e visa atender diversas finalidades \u00fateis para a investiga\u00e7\u00e3o, como garantir a seguran\u00e7a do investigado e da sociedade, evitar a dissipa\u00e7\u00e3o de provas ou o tumulto na sua colheita, al\u00e9m de propiciar uma oportunidade segura para um poss\u00edvel depoimento, dentre outras.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 novidade que o PT conta com uma milit\u00e2ncia que definitivamente n\u00e3o prima pela racionalidade e se afirma capaz de tudo para defesa dos interesses dos seus companheiros. Assim, para garantir a ordem e a defesa da seguran\u00e7a p\u00fablica, para a seguran\u00e7a das pr\u00f3prias equipes de agentes p\u00fablicos e, especialmente, para a seguran\u00e7a do pr\u00f3prio senhor Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, al\u00e9m da necessidade de serem realizadas as oitivas de maneira simult\u00e2nea com o fim de evitar a coordena\u00e7\u00e3o de vers\u00f5es, \u00e9 que foi determinada sua condu\u00e7\u00e3o coercitiva.<\/p>\n<p>E vamos al\u00e9m, quando devemos pensar no princ\u00edpio da Instrumentalidade das Formas. Devemos destacar um aspecto essencial, porque estritamente t\u00e9cnico, o despacho do juiz:<\/p>\n<p>\u201cO mandado S\u00d3 DEVE SER UTILIZADO E CUMPRIDO, caso o ex-presidente, convidado a acompanhar a autoridade policial para depoimento, recuse-se a faz\u00ea-lo\u201d.<\/p>\n<p>Nestes termos antes de ser conduzido pelos policiais federais que cumpriam a ordem judicial, Lula teve a oportunidade de aceitar a iniciativa e acompanh\u00e1-los para depor. N\u00e3o tendo concordado (detalhe importante que omitiu na sua manifesta\u00e7\u00e3o), foi executada a alternativa: conduzi-lo coercitivamente. Significa que a norma processual foi cumprida: s\u00f3 depois de intimado, o ex-presidente teve que ser levado coercitivamente por se ter recusado a se conduzir voluntariamente, ao n\u00e3o atendendo ao convite para depor. Apenas otimizou-se o tempo, que ao ser intimado em caso de negativa j\u00e1 ter em m\u00e3o o mandado de condu\u00e7\u00e3o coercitiva.<\/p>\n<p>Ainda: \u201cConsigne-se no mandado que N\u00c3O deve ser utilizada algema e N\u00c3O deve, em hip\u00f3tese alguma, ser filmado ou, tanto quanto poss\u00edvel, permitida a filmagem do deslocamento do ex-presidente para a colheita do depoimento. Desta forma preveniu-se algumas formas de poss\u00edveis abusos.<\/p>\n<p>E no sentido do que j\u00e1 afirmamos o juiz S\u00e9rgio Moro acolheu o argumento do MPF de que a audi\u00eancia anterior para ouvir Lula foi prejudicada e precipitadamente encerrada pelas manifesta\u00e7\u00f5es de petistas e admiradores. Para concluir a oitiva, o fator surpresa era necess\u00e1rio \u00e0 melhor instru\u00e7\u00e3o do processo, evitando novas iniciativas para pressionar o ju\u00edzo.<\/p>\n<p>Sem relev\u00e2ncia a pondera\u00e7\u00e3o feita por Lula em seu pronunciamento na sede do PT em S\u00e3o Paulo de que \u201cn\u00e3o precisava levar uma coer\u00e7\u00e3o \u00e0 minha casa, dos meus filhos. N\u00e3o precisava. Era s\u00f3 ter me comunicado\u201d. Ele foi comunicado pela dilig\u00eancia da PF e n\u00e3o aceitou o convite. Caracterizada a intima\u00e7\u00e3o, foi conduzido.<\/p>\n<p>Assim conclu\u00edmos que na busca pela efetividade das investiga\u00e7\u00f5es e de um poss\u00edvel futuro processo, na busca da chamada \u201cverdade poss\u00edvel\u201d (a real \u00e9 sempre muito mais dif\u00edcil, quase ut\u00f3pica), que como \u00e9 de conhecimento resta quase sempre sonegada por quem \u00e9 sujeito de investiga\u00e7\u00e3o, nos termos do princ\u00edpio da Instrumentalidade das Formas e no poder geral de cautela do magistrado agiu muito bem o juiz S\u00e9rgio Moro sem atropelas \u00e0 legalidade. N\u00e3o conseguimos vislumbrar ilegalidade capaz de contaminar ainda que minimamente esta parcela da Opera\u00e7\u00e3o Lava-Jato, que desta forma vem se conduzindo e apenas na vez do ex-presidente Lula houve o aparecimento de uma enorme lista de insurgentes em regime de seletividade.<\/p>\n<p>Conforme nota do MP \u201cno \u00e2mbito das 24 fases da opera\u00e7\u00e3o Lava Jato (desde, portanto, mar\u00e7o de 2014), cerca de 117 mandados de condu\u00e7\u00e3o coercitiva determinados pelo Ju\u00edzo da 13\u00aa Vara Federal de Curitiba\u201d.<\/p>\n<p>Assim que qualificamos de \u201cpolianas\u201d as defesas de Lula, quando afirmamos defesas de Lula e n\u00e3o do procedimento, j\u00e1 que nos outros 116 mandados de condu\u00e7\u00e3o coercitiva n\u00e3o houve questionamentos. Melhor qualificarmos como \u201cpoliana\u201d que atribuir-lhes o car\u00e1ter pol\u00edtico, em um momento em que as raz\u00f5es pol\u00edticas e as raz\u00f5es de direito em cada decis\u00e3o parecem estar na forma de \u00e1gua e \u00f3leo.<\/p>\n<p>Conforme todo o exposto n\u00e3o conclu\u00edmos pela exist\u00eancia da qualquer ilegalidade, mas ainda que vislumbr\u00e1ssemos a ilegalidade de uma aus\u00eancia de pr\u00e9via intima\u00e7\u00e3o \u2013 o que reafirmamos pela inexist\u00eancia da referida \u2013 n\u00e3o teria o cond\u00e3o de anular o procedimento quando impus\u00e9ssemos a escorreita interpreta\u00e7\u00e3o nos termos do postulado da Proporcionalidade levando-se em considera\u00e7\u00f5es as peculiaridades do caso concreto (adequado, necess\u00e1rio e proporcional em sentido estrito).<\/p>\n<p>Estamos em um momento de nossa hist\u00f3ria fundamental para encontrarmos a liberta\u00e7\u00e3o de uma ditadura que nos mant\u00e9m menor, que nos empurra ao retrocesso e impede que encontremos enfim o nosso lema de \u201cordem e Pregresso\u201d. A pol\u00edtica utilizada com ardil para desfalcar do todo e enriquecer poucos selecionados companheiros deve seguir o seu caminho de desonra a partir da transpar\u00eancia e da justi\u00e7a. A cegueira deliberada dos que tutelam os \u201cperseguidos\u201d n\u00e3o deve prevalecer diante da verdade que se busca sonegar. O fim sempre deve ser a busca da verdade, se inaufer\u00edvel a real; a poss\u00edvel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presente artigo discorre sobre a Condu\u00e7\u00e3o Coercitiva Por |\u00a0Leonardo Sarmento Temos lamentado grandemente n\u00e3o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-3792","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3792","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3792"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3792\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3793,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3792\/revisions\/3793"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3792"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3792"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3792"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}