{"id":3414,"date":"2015-12-04T11:24:15","date_gmt":"2015-12-04T11:24:15","guid":{"rendered":"http:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/?p=3414"},"modified":"2015-12-04T11:24:15","modified_gmt":"2015-12-04T11:24:15","slug":"ver-tv-por-muitas-horas-pode-tornar-seu-cerebro-mais-lento-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/?p=3414","title":{"rendered":"Ver TV por muitas horas pode tornar seu c\u00e9rebro mais lento, diz estudo"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"linha-fina\">Especialistas relacionaram os efeitos de muito tempo em frente a telinha e pouco tempo fazendo exerc\u00edcios em adultos de meia idade<\/h2>\n<div class=\"autor\">\n<p><a href=\"https:\/\/plus.google.com\/+MinhaVida?rel=author\" target=\"_blank\">Por |\u00a0MINHAVIDA<\/a>\u00a0R7<\/p>\n<p class=\"textoCorrido \">Sabe quando as pessoas dizem que alguns programas de TV as est\u00e3o &#8220;emburrecendo&#8221;? Talvez a rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja t\u00e3o dr\u00e1stica, mas de fato o tempo prolongado em frente \u00e0 telinha pode alterar o funcionamento cerebral, tornando-o mais lento. Pelo menos foi a conclus\u00e3o a que estudiosos dos Estados Unidos chegaram, em um estudo publicado dia 2 de dezembro na edi\u00e7\u00e3o online da revista cient\u00edfica Jornal of American Medical Association Psychiatry.<\/p>\n<p class=\"textoCorrido \">Para chegar a estar conclus\u00e3o, os especialistas analisaram os dados de 3247 adultos com entre 18 e 30 anos. O grupo tinha homens e mulheres e envolvia pessoas brancas e negras. As pessoas foram estudadas por 25 anos (entre 1985 e 2011), respondendo a quest\u00f5es sobre seus h\u00e1bitos como o tempo que passavam vendo TV e a quantidade de exerc\u00edcios que praticavam. As pessoas respondiam esses question\u00e1rios a cada dois a cinco anos, dentro desse per\u00edodo.<\/p>\n<p>Depois os especialistas tra\u00e7aram perfis. Por exemplo, pessoas que tinham um padr\u00e3o constante de assistir mais de tr\u00eas horas de televis\u00e3o ao dia em mais de dois ter\u00e7os das entrevistas deste per\u00edodo, foram consideradas dentro de um padr\u00e3o de alta exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 TV.<br \/>\nPor fim, essas pessoas foram avaliadas cognitivamente atrav\u00e9s de tr\u00eas tipos de testes que avaliavam de formas diferentes a mem\u00f3ria, as fun\u00e7\u00f5es executivas e flexibilidade de tarefas.<\/p>\n<p>O que os especialistas perceberam \u00e9 que os pacientes que viam mais televis\u00e3o, de acordo com os perfis tra\u00e7ados, tiveram performances cognitivas. Quando comparando quem via muita TV e fazia pouca atividade f\u00edsica com as pessoas que tinham h\u00e1bitos opostos, os primeiros tinha duas vezes mais chances de apresentarem resultados piores. E o desempenho fraco estava totalmente relacionado a um funcionamento mais lento do c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>Para os especialistas, no entanto, mais estudos s\u00e3o necess\u00e1rios para entender por que essa rela\u00e7\u00e3o acontece. Mas vale lembrar que passar muito tempo sentado diante da TV e se exercitar pouco leva a diversos problemas de sa\u00fade f\u00edsicos, como diabetes tipo 2, risco mais elevado de doen\u00e7as cardiovasculares e obesidade.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Especialistas relacionaram os efeitos de muito tempo em frente a telinha e pouco tempo fazendo&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3415,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-3414","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3414","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3414"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3414\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3416,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3414\/revisions\/3416"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3415"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3414"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3414"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3414"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}