{"id":1812,"date":"2014-07-21T11:55:49","date_gmt":"2014-07-21T11:55:49","guid":{"rendered":"http:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/?p=1812"},"modified":"2014-07-21T11:55:49","modified_gmt":"2014-07-21T11:55:49","slug":"bancaria-aposentada-tera-de-pagar-valor-integral-de-plano-de-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/?p=1812","title":{"rendered":"Banc\u00e1ria aposentada ter\u00e1 de pagar valor integral de plano de sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<p style=\"color: #404040;\">A S\u00e9tima Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento a agravo interposto por uma banc\u00e1ria aposentada contra o Ita\u00fa Unibanco S\/A e a Funda\u00e7\u00e3o Sa\u00fade Ita\u00fa, com a pretens\u00e3o de que o banco mantivesse o pagamento integral do plano de sa\u00fade. Para a Turma, o empregado aposentado tem direito a permanecer no plano, com a mesma cobertura assistencial de quando o contrato de trabalho estava em vig\u00eancia, mas, para isso, deve arcar com o valor integral do plano, pois o empregador n\u00e3o tem mais obriga\u00e7\u00e3o de custear parte da assist\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"color: #404040;\">A ex-empregada, que j\u00e1 estava aposentada quando foi dispensada pelo Ita\u00fa, alegou ter direito a permanecer no plano de sa\u00fade com as mesmas condi\u00e7\u00f5es de assist\u00eancia e os mesmos valores cobrados aos empregados da ativa. Ela informou que pagava R$ 65,14 por m\u00eas para usufruir do plano, e com a rescis\u00e3o do contrato, ao optar por permanecer nele, o valor passou para R$ 622,00.<\/p>\n<p style=\"color: #404040;\">Segundo ela, o aumento foi gerado pelo disposto na\u00a0<span id=\"fontLink\">Resolu\u00e7\u00e3o Normativa 279\/2011<\/span>, da Ag\u00eancia Nacional de Sa\u00fade (ANS), que regulamentou os artigos\u00a0<a class=\"cite\" style=\"font-weight: inherit; color: #007000;\" title=\"Artigo 30 da Lei n\u00ba 9.656 de 03 de Junho de 1998\" href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11326907\/artigo-30-da-lei-n-9656-de-03-de-junho-de-1998\" rel=\"11326907\">30<\/a>\u00a0e\u00a0<a class=\"cite\" style=\"font-weight: inherit; color: #007000;\" title=\"Artigo 31 da Lei n\u00ba 9.656 de 03 de Junho de 1998\" href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11326659\/artigo-31-da-lei-n-9656-de-03-de-junho-de-1998\" rel=\"11326659\">31<\/a>\u00a0da\u00a0<span id=\"fontLink\">Lei<a class=\"cite\" style=\"font-weight: inherit; color: #007000;\" title=\"Lei n\u00ba 9.656, de 3 de junho de 1998.\" href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/104153\/lei-9656-98\" rel=\"11335735,15571007\">9.656<\/a>\/98<\/span>, permitindo aos empregadores a contrata\u00e7\u00e3o de plano m\u00e9dico exclusivo para ex-empregados e aposentados com pre\u00e7os diferenciados dos cobrados do pessoal da ativa. A seu ver, a resolu\u00e7\u00e3o, ao permitir a cobran\u00e7a diferenciada, seria ilegal.<\/p>\n<p style=\"color: #404040;\">O banco e a Funda\u00e7\u00e3o Sa\u00fade Ita\u00fa afirmaram que a ex-empregada tinha ci\u00eancia de que sua perman\u00eancia no plano seria nos termos da lei e da resolu\u00e7\u00e3o e na condi\u00e7\u00e3o de aposentada. Informaram ainda que ela assinou termo de op\u00e7\u00e3o de perman\u00eancia do funcion\u00e1rio aposentado no plano de sa\u00fade.<\/p>\n<p style=\"color: #404040;\">A 4\u00aa Vara do Trabalho de Santo Andr\u00e9 (SP) e o Tribunal Regional do Trabalho da 2\u00aa Regi\u00e3o (SP) julgaram improcedente o pedido da ex-empregada. De acordo com o Regional, a Resolu\u00e7\u00e3o\u00a0<a class=\"cite\" style=\"font-weight: inherit; color: #007000;\" title=\"Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 279 de 1993\" href=\"http:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/226185\/resolucao-279-1993\" rel=\"13407589,26385184,13385111\">279<\/a>\u00a0da ANS n\u00e3o viola a lei dos planos de sa\u00fade e se aplica ao caso da banc\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"color: #404040;\">Fonte |<span style=\"color: #999999;\">\u00a0<\/span><a class=\"author\" style=\"color: #003d00;\" href=\"http:\/\/tst.jusbrasil.com.br\/\">Tribunal Superior do Trabalho<\/a><\/p>\n<p style=\"color: #404040;\">A banc\u00e1ria tentou trazer o caso \u00e0 discuss\u00e3o no TST, sem sucesso. O desembargador convocado Arnaldo Boson Paes, relator do agravo, esclareceu que, de acordo com as normas em vig\u00eancia, a manuten\u00e7\u00e3o das mesmas condi\u00e7\u00f5es de cobertura assistencial quando da vig\u00eancia do contrato de trabalho &#8220;n\u00e3o significa a estabiliza\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o de custeio, sendo indispens\u00e1vel \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o no plano de sa\u00fade que o trabalhador arque integralmente com os custos de seu financiamento&#8221;.<\/p>\n<p style=\"color: #404040;\">(Elaine Rocha\/CF)<\/p>\n<p style=\"color: #404040;\">Processo:\u00a0<span id=\"fontLink\">AIRR-1029-48.2012.5.02.0434<\/span><\/p>\n<p style=\"color: #404040;\"><i>O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por tr\u00eas ministros, com a atribui\u00e7\u00e3o de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordin\u00e1rios em a\u00e7\u00e3o cautelar. Das decis\u00f5es das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer \u00e0 Subse\u00e7\u00e3o I Especializada em Diss\u00eddios Individuais (SBDI-1).<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A S\u00e9tima Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento a agravo interposto por uma&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1684,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1812","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ultimas-noticias"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1812","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1812"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1812\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1813,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1812\/revisions\/1813"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/1684"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1812"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1812"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1812"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}