{"id":1318,"date":"2014-03-29T14:12:26","date_gmt":"2014-03-29T14:12:26","guid":{"rendered":"http:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/?p=1318"},"modified":"2014-03-29T14:12:26","modified_gmt":"2014-03-29T14:12:26","slug":"aspectos-nao-juridicos-sobre-o-contrato-de-franquia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gerolimich.adv.br\/adv\/?p=1318","title":{"rendered":"Aspectos n\u00e3o jur\u00eddicos sobre o contrato de franquia"},"content":{"rendered":"<h2>O ramo da franquia tem crescido promissoramente no Brasil. Para entendermos do que se trata e como opera a rela\u00e7\u00e3o entre franqueador e franqueado, alguns apontamentos, mais administrativos do que jur\u00eddicos, devem ser aventados<\/h2>\n<p>Por |\u00a0<a href=\"http:\/\/jornal.jurid.com.br\/pesquisa\/autor\/arnaldo-rizzardo-filho\">Arnaldo Rizzardo Filho<\/a><\/p>\n<div id=\"parteTexto_0\">\n<p>O paradigma da franquia s\u00f3 pode ser o neg\u00f3cio independente. Pois bem, enquanto nesse o empres\u00e1rio est\u00e1 sozinho no mercado em uma empresa franqueada, ele disp\u00f5e de muitos suportes que lhe oferecem maior seguran\u00e7a, como garantia de, em tese, o produto ou servi\u00e7o j\u00e1 existir e ser conhecido, desenvolvido, testado e aceito no mercado; a marca j\u00e1 estar configurada; uma consultoria mercadol\u00f3gica, administrativa, t\u00e9cnica e financeira etc. Ou seja, o know-how vem pronto. Obviamente que, em troca dessas vantagens, o franqueado perder\u00e1 parcela de sua autonomia, al\u00e9m de pagar taxas remunerat\u00f3rias.<br \/>\nPara o franqueador, podemos citar como vantagens a rapidez de expans\u00e3o de sua marca, o desenvolvimento da rede, a redu\u00e7\u00e3o de custos, maior participa\u00e7\u00e3o no mercado juntamente com ampla cobertura geogr\u00e1fica, maior publicidade, maior competitividade, maior lucratividade, fortalecimento da marca, e tudo isso sem necessitar administrar, pessoalmente, um novo estabelecimento. Inobstante, para que seja poss\u00edvel transformar um neg\u00f3cio em uma franquia, \u00e9 necess\u00e1rio desenvolver e controlar uma rede de empresas, que operam de forma id\u00eantica ao franqueador.<br \/>\nIsso importa em uma atividade nova, al\u00e9m de um custo novo para supervisionar a rede. Ademais, o segredo empresarial ou o know how dever\u00e1 ser exposto, e de forma que seja poss\u00edvel repeti-lo, copi\u00e1-lo, exatamente igual como faz o franqueador. Essa \u00e9 a chamada formata\u00e7\u00e3o da franquia.<br \/>\nE essa formata\u00e7\u00e3o n\u00e3o ocorre somente em rela\u00e7\u00e3o ao objeto da franquia. N\u00e3o basta desenvolver uma f\u00f3rmula nova e de sucesso capaz de ser copiada pelo franqueado. \u00c9 preciso formatar, tamb\u00e9m, o estabelecimento e a marca franqueada.<br \/>\nContudo, muitas empresas que n\u00e3o possuem ainda um hist\u00f3rico de alguns anos de funcionamento, nem sucesso comercial ou uma imagem forte no mercado, j\u00e1 querem montar um sistema de franquias. Este procedimento est\u00e1 completamente equivocado, pois somente uma empresa de sucesso, com bom marketing, lucratividade atrativa, retorno financeiro e posicionamento de mercado, pode buscar oferecer a franquia.<br \/>\nEm suma, ser um franqueador requer cuidados na parte jur\u00eddica e comercial, com uma imagem de sucesso conseguida com compet\u00eancia e marketing eficiente.<br \/>\n<strong>Autor<\/strong><br \/>\n<strong>Arnaldo Rizzardo Filho<\/strong>\u00a0\u00e9 Advogado<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ramo da franquia tem crescido promissoramente no Brasil. 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